Risco Cirúrgico

Risco
Apresentação

Permite a padronização dos procedimentos utilizando as tabelas de Goldman, New York Heart Association e ASA. Possibilita uma rápida emissão do laudo de risco cirúrgico.

Benefícios

Entre os benefícios do Risco Cirúrgico destacamos:

 

  • Trabalha com as tabelas de Goldman, ASA e NYHA;

  • Software homologado para Windows 7 Professional (32 ou 64 bits) e Windows 8.1 Pro;


  • Inclui um sistema de auxílio ao usuário, com todo o manual do sistema;


  • Permite a rápida emissão do laudo de Risco Cirúrgico;


  • Possui uma biblioteca de frases totalmente personalizável;


  • Permite o armazenamento de todos os procedimentos de risco cirúrgico;


  • Emite o laudo em uma única folha, tornando a informação padronizada e confortável para as equipes cirúrgicas;


  • O laudo aceita o logotipo e o nome da sua clínica.


Tabelas

 Índice Multifatorial de Risco – Tabela de Goldman

Classe I – A probabilidade de não ou pouca complicação é de 99%, os riscos potenciais à vida são de 0,7% e de 0,2% para morte cardíaca. Em geral, os pacientes são liberados para o ato cirúrgico.

Classe II – A probabilidade de não ou pouca complicação é de 93%, os riscos potenciais à vida são de 5% e de 2% para morte cardíaca. Geralmente, os pacientes são liberados para o ato cirúrgico.

Classe III – A possibilidade de não ou pouca complicação é de 86%, os riscos potenciais à vida são de 11% e de 2% para morte cirúrgica. Aumentando significativamente a probabilidade de complicações cardíacas.

Atentar para eventual arritmia no ECG (5 contrações ventriculares/minuto contribuem com 7 pontos para a classificação de risco). Repetir o ECG após controle da arritmia. Se possível obtenha melhor função renal, se previamente afetada. Compense melhor o paciente, se tiver urgência venosa (estase jugular) ou arritmia. Reclassifique após melhora clínica e eletrocardiográfica. Nesta classe, é sugerida a monitorização eletrocardiográfica e cardiológica do paciente na cirurgia.

Classe IV – A probabilidade de não ou pouca complicação é de 22%, os riscos potenciais à vida de 22% e o risco de morte cardíaca de 56%. Aumentando significativamente a possibilidade de complicações cardíacas. Deve-se obter uma melhor condição do paciente conforme os procedimentos utilizados na Classe III. Aqui é indicada a monitorização eletrocardiográfica e cardiológica do paciente. As cirurgias devem ser adiadas devido ao alto risco e na tentativa de uma melhor condição clínica, até a nova avaliação.

Sistema de pontuação para os fatores de risco cardíaco

Fator
Pontos
  Terceira Bulha
11
  Estase das veias jugulares
11
  Infarto do Miocárdio (nos últimos seis meses)
10
  Contração ventricular prematura (mais do que 5/min)
7
  Outros ritmos que não o sinusal
7
  Idade acima de 70 anos
5
  Cirurgia de emergência
4
  Cirurgia interpeitoral
3
  Cirurgia aórtica
3
  Presença de estenose valvar aórtica
3

 

Comprometimento do estado geral

A – PO2 menor que 60 ou PCO2 maior que 50 mmHg/l

B – K+ menor que 3,0 ou HCO3 menor que 20 mEq/l

C – Uréia maior que 50 ou creatinina maior que 3 mg/dl

D – Enzimas hepáticas alteradas, sinais de doenças hepáticas crônicas ou outras causas não-cardíacas de acometimento.

Risco na cirurgia não-cardíaca

Classe
Pontos
Probabilidade
de não ou
pouca complicação
Riscos
potenciais
de vida
Risco
de morte
cardíaca
I
0 – 5
99
0,7
0,2
II
6 – 12
93
5,0
2,0
III
13 – 25
86
11,0
2,0
IV
26
22
22,0
56,0

ASA – American Society of Anesthesiologists

Classe I – Normal saudável;
Classe II – Com doença sistêmica leve;
Classe III – Com doença sistêmica grave;
Classe IV – Com doença sistêmica grave/ ameaça constante à vida;
Classe V – Moribundo/ difícil sobrevivência por 24h com ou sem operação.

NYHA – New York Heart Association

Classe I – Ausência de sintomas ou sintomas de mínima intensidade;
Classe II – Sintomas pouco intensos;
Classe III – Sintomas intensos;
Classe IV – Sintomas muito intensos ou paciente descompensado.